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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Governo Prorroga Acordo Pró Aborto

Lula investe R$121 mil para manter estudo que despenaliza ato

Publicado no Diário Oficial da União, segundo informações divulgadas pelo jornal Estado de São Paulo, o Ministério da Saúde do Governo Federal prorrogou o convênio com a Fundação Oswaldo Cruz para o projeto "Estudo e Pesquisa - Despenalizar o Aborto no Brasil". O convênio, prorrogado até fevereiro de 2011, foi fechado no ano passado com a fundação Oswaldo Cruz, do Rio, e faz parte do Grupo de Estudo sobre o Aborto, que reúne desde 2007 entidades civis dispostas a debater o assunto com o Executivo, o Judiciário e o Legislativo. O governo desembolsou, só para a Fiocruz, R$ 121 mil para incentivar a discussão.

O projeto apoiado pelo governo, segundo o próprio Diário Oficial, é chamado de estudo para "despenalizar" o aborto, ou seja, não aplicar pena às mulheres que adotam essa prática anti-vida, condenada por lei. O documento foi publicado no Diário Oficial do dia 04 de outubro.

Segundo dados do Ministério da Saúde, são cerca de um milhão de abortos clandestinos por ano. Um em cada sete brasileiras de até 40 anos já interrompeu a gravidez. A curetagem após o aborto tem sido a cirurgia mais realizada no Sistema Único de Saúde, de acordo com estudo do Instituto do Coração, da Universidade de São Paulo.

Lembrando que para ser eleita, Dilma Rousseff, que sucederá Luis Inácio Lula da Silva, ambos do PT, assinou documento que se diz contra o aborto.

Fonte: Redação Creio

sábado, 6 de novembro de 2010

O que esperar do governo Dilma?

Dilma Vana Rousseff, foi eleita presidente da República para o período de 2010 a 2014. Sem nunca ter disputado uma eleição, ela é a primeira mulher a chegar ao mais alto cargo do país. Economista, ex-mimistra do governo de Luiz Inacio Lula da Silva, de Minas e Energia e da Casa Civil, Dilma teve a eleição definida quando atingiu 55,43% dos votos válidos no segundo turno das eleições, ante 44,57% do candidato do PSDB, José Serra

Com a vitória de Dilma Várias perguntas rondam a mente dos evangélicos: o que esperar da petista? Em uma campanha cercada de boatos e informações negativas, o questionamento principal é se os acordos, pressionados por seus aliados evangélicos para não perder votos, serão mantidos. Dilma, ao lado de pastores e cantores, assinou termo de compromisso para rejeitar PLC 122/06, o aborto e o casamento gay.

Outro grande questionamento que se faz é se a máquina pública será inchada por líderes evangélicos como Edir Macedo e Manoel Ferreira, da Universal e Assembleia de Deus, respectivamente, que apoiaram Dilma Rousseff e como será o relacionamento com adversários como pastor Silas Malafaia e José Wellington Bezerra Júnior, ambos que apoiaram José Serra.

Fonte: Redação Creio