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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Não adulterarás.

"Por adultério compreendemos quebrar conscientemente o estado sadio do amor entre pessoas que assumiram o matrimonio".
A visão madura desse mandamento evidencia que todo pecado na área sexual afronta o Senhor. Certamente que a Bíblia não condena apenas o adultério, mas toda a sorte de desvio quanto ao propósito eterno de Deus de que a vida sexual aconteça no contexto do casamento, quando há um relacionamento único e permanente entre um homem e uma mulher que se unem por amor.

O fato que o Antigo Testamento pouco fala (ou condena) acerca de prostituição, a não ser condenando a permissão para que as filhas se entreguem a esta prática (Lv 19:29). O mandamento contra o adultério aparece junto com o mandamento contra o furto e a cobiça. Isso deixa claro que a grande preocupação neste texto é a proteção do "bem" do próximo, a condenação ao ato de cobiçar e o adultério.

A dimensão mais ampla do mandamento
O Antigo Testamento vê o adultério como algo hediondo (Jó 31:11) e como uma loucura (Jr 29:23). O castigo para o adúltero na lei de Moisés era a morte por apedrejamento. Tratava-se de algo tão sério que o próprio Deus era o vingador (Jr 5:8,9). Apesar disso, o pecado de adultério é tão perigoso que mesmo um homem como Davi ("homem segundo o coração de Deus") complicou sua vida exatamente na prática do adultério.

No novo Testamento, recebemos orientação mais precisa de que o adultério tem sua raiz no interior da pessoa, numa mente poluída e num coração cheio de impureza (Mt 12:34). Tiago é quem nos ajuda dizendo que primeiro acontece a cobiça, e que esta dá à luz o pecado, que por sua vez gera a morte (Tg1:15). O adultério implica a condenação da alma do adúltero e a perda do direito de participar do Reino (1 Co 6:9).

No ensino do Senhor Jesus, "qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adúlterou com ela" (Mt 5:28). Somos orientados pelo Senhor Jesus a não permitir que nossos olhos nos façam pecar, já que "é melhor perder o olho do que não entrar no Reino dos Céus". Aleluias e Glórias a Deus Pelas Suas Santas Palavras!!!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O Adultério Através Dos Séculos

"Na Índia, em obediência às leis de Manu, a adúltera era devorada por cães e o cúmplice queimado vivo.

No Egito, o adultério foi a princípio punido com a morte, e mais tarde, no fim do primeiro século antes de Cristo, era esse crime castigado com 100 pauladas, no homem, e com a mutilação do nariz, na mulher.

Na Síria, a esposa traida podia perseguir o marido e manda-lo afogar na água.

Entre os judeus, não só a pena de morte alcançava a adúltera, como também a noiva que pecasse com outrem que não fosse o noivo, ou a viúva que pecasse com quem não fosse o irmão ou mais próximo parente do marido defunto.

Os rabinos dizem que a morte reservada à adúltera era a estrangulação, mas no evangelho de S. João VIII, afirma-se que a pena era a lapidação: "Mestre, esta mulher foi surpreendida em ato de adultério. Na Lei, Moisés nos ordena apedrejar tais mulheres...".

Nos tempos heróicos da Grécia, o adultério foi considerado crime que dava ao marido ofendido o direito de vingança até sobre a família do ofensor, no caso da fuga deste.
Zaleuco, legislador dos lócrios, ordenou que fossem tirados os olhos aos culpados de adultério.

Fonte: INC. Curiosidades Vol II

Infelizmente o que mais se nota nos dia de hoje, são apologia ao adultério, sendo sem duvidas no Brasil, a campeã a Tv Globo com suas novelas e o tal do BBB, também desta mesma emissora.

Lastimável e Catástrofico!!!