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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Trabalho Missionário


"Estes que tem transtornado o mundo chegaram também aqui..."; gritava a multidão em Tessalônica, denunciando Paulo e Silas as autoridades locais. Desde aqueles dias, os missionários são homens comprometidos com a obra de transformar o mundo e, em grande parte, é exatamente isso o que tem feito! O veneno da injustiça, as mutilações cruéis em nome da religião, a pobreza resultante do sistema de castas, a ignorância geral, os sofrimentos sem alivio do corpo e do espírito - Tudo isto tem sido enfrentado pelos missionários no mundo inteiro.

Em muitas partes, os missionários não estão mais pensando em grandes templos com arquitetura estrangeira e construídos com dinheiro do exterior. A dependência do povo para com um pastor que recebe um alto salario do estrangeiro, literatura importada e direção impessoal de uma distante missão tem sido substituída pela ideia de igrejas nacionais, independente de missões estrangeiras, que funcionam com maturidade e de maneira bíblica. É hora (apesar de que sempre devia ter sido assim) de os missionários e nacionais trabalharem juntos. O missionário ajudando naquilo que pode e, o mais rápido possível, treinando o próprio povo para tomar o seu lugar na liderança e responsabilidade da obra. Não é hora de o missionário ir embora, mas de servir o Senhor de acordo com a posição certa que ele tem no corpo de Cristo, seja na África, na América Latina, na Ásia ou Europa.

O desenvolvimento da igreja é o alvo ideal de missões. Nossa obra é: fazer "discípulos de todas as nações" e preparar "homens fiéis e também idôneos para instruírem a outros". Este é o segredo do missionário: não fazer tudo sozinho, mas preparar discípulos para se multiplicarem e continuarem a obra da Igreja de Jesus Cristo. Programas e estratégias são importantes, mas o que realmente faz um missionário bem sucedido é que ele esteja consciente da realidade de Deus, da graça salvadora do Senhor Jesus, da obra transformadora do Espírito de Deus e do reconhecimento da sua incapacidade pessoal e cultural. O poder de Jesus Cristo em Seus Servos, que estão abertos para ouvirem a Sua voz e receberem as Suas instruções, pode santificar muitas vidas, onde estiverem, para alcançarem o alvo mais alto da carreira do homem - ver a glória de Deus manifesta no mundo inteiro.

Fonte: SEPAL - Serviço de Evangelização para a América Latina

sábado, 18 de maio de 2013

Jesus disse: "Eu Sou o Caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai se não por mim." - João 14:6


Frequentemente, ouvimos alguém dizer: "Não importa o caminho; o importante é que todos os caminhos chegam a Deus." Isso será verdade? A Bíblia diz: "Não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pela qual importa que sejamos salvos" (At 4:12).
Através dos séculos, a Igreja de Jesus Cristo tem sofrido as consequências da proclamação de um único Deus e um único Evangelho. Qualquer declaração que procure diminuir esta verdade atinge o centro da teologia cristã. Pois o Cristianismo é universal, porque cremos que a sua mensagem é válida (e não somente válida, mas necessária) para todos...

Um missionário ficou tão chocado com as consequências sociais que a conversão a Cristo Jesus no mundo islamita podia trazer, que ele aconselhou uma moça, numa escola, a não se converter. Mas a obra não é verdadeiramente cristã se não traz revolução - mudança radical - para indivíduos e para as sociedades. Os cristãos de países comunistas sabem muito bem o preço que precisam pagar para seguirem a Jesus, mas nem por isso deixam de anunciar as Boas-Novas de Salvação. E a Igreja continua crescendo, e as "portas do inferno" não têm prevalecido contra ela.

Estratégias são importantes, mas o que realmente faz um cristão bem sucedido é que ele esteja consciente da realidade de Deus, da graça salvadora do Senhor Jesus, da obra transformadora do Espírito de Deus e do reconhecimento da sua incapacidade pessoal e cultural. O poder de Jesus Cristo em Seus servos, pode santificar muitas vidas, onde estiverem, para alcançarem o alvo mais alto da carreira do homem - ver a glória de Deus manifesta no mundo inteiro.

"A Salvação vem do Senhor. Sobre o teu povo seja a tua benção" (Salmos 3:8).

terça-feira, 14 de maio de 2013

Aprendiz da vida!

Aprendi:
Que não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que goste de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto.
Aprendi
Que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.
Aprendi
Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida.
Aprendi
Que por mais que se corte um pão, cada fatia continua tendo duas faces... e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.
Aprendi
Que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles.
Aprendi
Que os heróis são pessoas que fazem o que devem fazer "naquele" momento, independentemente do medo que sentem.
Aprendi
Que posso ficar furioso. Tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel.
Aprendi
E repasso ao mundo, que jamais posso dizer a uma criança que seus Sonhos São Impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.
Aprendi
Que não é o bastante ser perdoado pelos outros... eu preciso me perdoar primeiro.
Aprendi
Que não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.
Aprendi
Que quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem, não significa que elas se amem.
Aprendi
Que diplomas na parede não me fazem mais respeitável nem mais sábio.
Aprendi
Que palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critérios. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.
Aprendi
Que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos rete-las para sempre.
Aprendi, afinal;
Que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.

Eu aprendi que tenho muito a aprender em minha vida. Com todo meu carinho.
Para vocês que continuam me ensinando como viver.

A Vida...uma obra de arte!

Fonte: Web (Autor desconhecido)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Líder não abandona o barco


Diferente do navio na Itália para Valadão líder deve ser firme

Na última semana a imprensa conheceu a história do capitão Francesco Schettino, de 52 anos. Ele pilotava o navio Costa Concordia que naufragou no último sábado, dia 10 na costa italiana. Até agora onze pessoas morreram. Mesmo com tamanha experiência em alto mar, o capitão ignorou recomendações da costa e ao perceber que o transatlântico havia tombado deixou a embarcação. A história, se associarmos à liderança ministerial, tem muito a nos dizer. É o que aponta Márcio Valadão em uma mensagem escrita no final de 2011. No texto ele mostra como devemos nos comportar quando os ventos estão contrários.

Quem exerce cargo de liderança de fato sabe que em crise maiores são as cobranças e necessidades. Quem está à frente de qualquer embarcação (ministério, empresa, familia) sabe que a pressão existe. No caso do cruzeiro Costa Concordia Francesco está em prisão domiciliar e será julgado por abandono.

Na mensagem de Marcio Valadão ele responde a alguns questionamentos. "Diante da aflição, algumas pessoas perguntam: "Porque coisas ruins acontecem com pessoas boas como eu? "Não existem coisas ruins vindas de Deus, ao contrário, Deus tem coisas maravilhosas para seus filhos. Entretanto, quando não temos essa compreensão em nossa vida, passamos a andar por caminhos tortuosos que nos levam a circunstâncias difícies. Mas quando seguimos a vontade do Senhor, ouvimos a sua voz a nos guiar, o vento pode soprar mais forte, pode vir tufão, o barco balançar de um lado para o outro, haver perdas, todavia, as vidas serão salvas e chegaremos ao destino para cumprirmos o propósito de Deus para nós."

Citando Atos 27, o presidente da Igreja Batista da Lagoinha, lembra que quando buscamos servir a Deus, fazer a vontade dele, o inimigo se levanta. "Moisés, José, os discípulos e o próprio Jesus vivenciaram adversidades em suas vidas. No entanto, quando estamos fazendo a vontade de Deus temos paz em nosso coração. Algo que podemos guardar em nosso coração é que não existe nada na nossa vida que Jesus não esteja vendo. Ele vê além do que os nossos olhos podem ver. Ele sonda nosso coração e vê, conhece os nossos pensamentos, conflitos, lágrimas, a nossa angústia, Ele conhece os ventos contrários que assolam a nossa vida. A crise não desenvolve o nosso caráter, ela revela o nosso caráter. E quando voçê tem essa compreensão, diante da crise, não abandona o barco, não desiste".

Fonte: Redação Creio

sábado, 15 de maio de 2010

Momentos de crise

Jacó estava com problemas sérios: as nações visinhas (cananeus e ferezeus) queriam eliminá-lo e a sua família (Gn 34:25-31). O capítulo 34 nos explica a razão disto. Diná, sua única filha, fora estuprada no campo por um jovem chamado Siquém. Após o estupro, veio o romance: o rapaz "falou-lhe ao coração" (v.3), e os jovens se casaram após seus pais fazerem um acordo que tinha como base a circuncisão de toda a família do rapaz (vs. 14-24).
Tudo aparentemente estava resolvido. No entanto, Simeão e Levi (filhos do mesmo pai e mãe que Diná - v. 25) não aceitaram aquele acordo, e violentamente eliminaram os homens daquela tribo da face da terra, matando também a Siquém, o cunhado, e levando cativos crianças e mulheres, além dos bens (vs. 25-29).
Jacó estava aflito (v. 30). Ele tinha uma crise instalada dentro de casa - sua filha ficou viúva precocemente; seus filhos se tornaram assassinos. A crise também estava do lado de fora da casa - as nações queriam vingança.

As respotas a todos estes problemas vemos no capítulo 35:

Compreender a iniciativa de Deus "Disse Deus" (Gn 35:1)
Buscar a presença de Deus "...suba a Betel e estabeleça-se lá, e faça um altar..." (Gn 35:1)
Consagrar nossa vida a Deus "...lançai fora os deuses estanhos, purificai-vos e mudai as vossas vestes" (Gn 35:2)
Esperar na providência de Deus (Gn 35:5)

O texto mostra a forma maravilhosa, como Deus livrou Jacó da fúria de seus inimigos: "O terror de Deus envadiu as cidades circunvizinhas e não perseguiram aos filhos de Jacó" (v. 5).
Este é o resultado de quem está buscando a presença de Deus (subindo a Betel) e se consagrando (abandonando os ídolos) ao Senhor.
O Salmo 91 nos ensina a ficarmos sempre debaixo da sombra do nosso Deus para que o inimigo não tenha vitória sobre nós.
A comunhão com Deus, a consagração total da nossa vida a Ele, faz com que passemos vitoriosamente pela adversidade (2 Co 2:14).

Para ser protegido contra o inimigo, Jacó precisou somente manter viva a sua comunhão com Deus e obedece-lO sem restrições. Muito mais deve manter os cristãos, que tem o Espírito Santo morando nele e o sangue de Jesus que lhe purifica de todo o pecado e maldição (1 Jo 1:9; 2:1, 12, 17; 2 Co 5:17; Cl 2:14-15).
Quanto aos filhos de Jacó, é impressionante ver a misericórdia de Deus transformando-os em pessoas abençoadas. Levi, por exemplo, tornou-se pai de todos os sacerdotes de Israel (Nm 3:1-39).

Após a ratificação da aliança entre Deus e Jacó, este se sentiu muito abençoado. Os perigos se passaram e sua confiança em Deus aumentou sobremaneira. Claro que os problemas de Jacó continuaram, mas à medida em que caminhava, ia conhecendo mais a Deus e se fortalecendo no Seu poder.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

O caráter é deformado pela falta de valorização e de segurança

"Quem é eu? O que sou? A que assisto? Que intervalo é este entre mim e mim?" - Fernando Pessoa.

Quando Jacó nasceu, deram-lhe um nome cheio de significado negativo (Jacó = usurpador, suplantador) (Gn 25:26). Ele nutriu não uma maldição, mas uma aceitação de que de fato era o que seu nome realmente sugeria (Gn 27:35-36). Mais de que um nome, ele tinha um caráter que não foi trabalhado por seus pais. Era usurpador e suplantador. Usurpou a primogenitura; usurpou o rebanho de Labão. Enganou a todos. No entanto não enganou a Deus.

Ficou nu diante daquele que conhece todo o coração humano (Hb 4:13). Na volta para casa (Gn 32:22-32), Jacó ouviu de Deus a mesma pergunta feita por seu pai: "Como te chamas" (Gn 32:27). E diante dAquele que discerne o coração humano (Sl 139) ele passou por um processo maravilhoso de tranformação. Jacó se apresentou como verdadeiramente era.

"Conhecermos a nós mesmos normalmente é um desconforto. Eis por que muita gente vive protegido por uma máscara, para impedir que outros descubram as verdades desconfortáveis que eles já descobriram em si mesmos." (J. Houston)

1. Jacó confessou o seu pecado (Gn 32:27)

. A confissão do que nós somos é o primeiro passo para a cura (1 Jo 1:9).

"Oh, dilema doloroso! Se eu olhar para mim mesmo, não posso tolerar-me. Se eu não olhar para mim, não posso enfrentar-me. Se eu considerar a mim mesmo, fico atônito. Se eu não coniderar a mim mesmo, minha condenação me enganará. Se eu vejo a mim mesmo, o horror é intolerável. Se eu não confessar, a morte é inevitável" (Anselmo - adaptado).

2. Jacó buscou uma benção especial
(Gn 32:26) - "Não te deixarei ir se me não me abençoares."
O que não alcançara na casa do pai Isaque e do tio Labão estava agora bem perto e Jacó não perderia esta oportunidade.

3. Jacó recebeu um novo nome (Gn 32:28) - "Israel - Príncipe de Deus"
Era um sinal de que também o seu caráter estava sendo tranformado...de usurpador a príncipe. São tranformações que só o Espírito Santo pode operar em nós (2 Co 3:18).

4. Jacó recebeu uma marca especial (Gn 32: 25, 31,32)
Era um sinal externo de que havia lutado com Deus. Da mesma forma o fruto do Espírito Santo é o melhor sinal de que temos andando com Deus (Gl 5:22,23).

A valorização e a segurança que Jacó não encontrou no lar, encontrou-os numa experiencia maravilhosa com Deus.
Na conversão, o nosso velho homem morre e nasce uma nova criatura (2 Co 5:17). Dia a dia vamos crescendo na busca da perfeição em Cristo Jesus (Fp 3:12-16). No entanto, esta experiência espiritual não exime os pais de buscarem suprir as necessidades físicas, emocionais e espirituais de seus filhos. Que a nossa casa seja um instrumento de Deus para a formação dos mais altos valores sociais e espirituais. Que ali não sejam encontrados os mesmos sentimentos e atitudes que formaram a Jacó. Pelo contrário, que príncipes e princesas do Senhor cresçam diante de nossos olhos na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. (2Pe 3:18)

domingo, 21 de março de 2010

Ídolos atrás das Cruzes

Muitas crenças estranhas, subjazem a certas práticas religiosas, como no exemplo da idolatria escondida atrás de cruzes. Foi isso o que certo missionário verificou no Equador. Ele estava de viagem por aquelas terras e chegou a uma aldeia que estava praticamente dominada pelo álcool. Muitos brigavam, outros gritavam, outros dançavam como loucos, e alguns estavam caídos na lama das ruas. O dono de um bar, que estava mais sóbrio, explicou que tudo aquilo era uma celebração em honra a João Batista. O homem também lhe disse: "Ah, bebemos também aos santos dos prazeres", e enumerou uma lista de "santos", concluindo com a exclamação: "Todos os nossos santos são beberrões, e nós também". Mas aquela explicação não tinha muito coerência, e por isso o missionário pediu que lhe informasse quais outros santos os haviam incentivado a dançar e a beber. Aquele homem respondeu com mais sinceridade então e lhe disse: "Olhe, realmente bebemos também aos espíritos das montanhas deste vale", e lhe deu o nome desses espíritos. Atrás da máscara das catedrais cristãs, do simbolo da cruz e do dia dos santos, existia a crença muito forte nos espíritos entronizados nas montanhas.

A "santería" de Cuba é uma estranha mistura externa de símbolos cristãos, mas com significados totalmente não cristãos. Eles usam a cruz e falam muito dos santos, especialmente de Santa Bárbara, sua padroeira. Não obstante, os verdadeiros objetos de louvor são as pedras, que estão na "santería". Eles dizem que estas pedras podem se reproduzir, recebendo todos os anos este poder, quando lhe é oferecido o sangue de animais sacrificados e ervas misturadas com água. Eles dizem que, com isso, estão dando comida "para os santos", mas cada um daqueles santos é representado por uma pedra, a qual possui esse poder sobrenatural de reprodução. Além das pedras, há ainda dois símbolos da fertilidade: o bode e o galo. Na realidade, o culto de louvor à "Santeria" é um verdadeiro culto à fertilidade. Vemos, pois, que, atrás da cortina da respeitabilidade do Catolicismo Romano, há uma outra realidade bem diferente. Os membros da "santería" afirmam que são católicos unicamente porque aceitam as formas exteriores, quando na verdade rejeitam o conteúdo do Catolicismo. São, então, católicos apenas de nome - católicos nominais.

No Brasil, apenas um pouco mais de 10% dos católicos são verdadeiros seguidores da religião. Os demais 90% são católicos nominais, e muitos também seguem o espiritismo, alto e baixo. Usam cruzes, santos e outros objetos religiosos do catolicismo nos seus cultos espíritas. Também, nos mesmos cultos, usam o nome de Maria, de Jesus, de Deus, junto com os nomes dos espíritos, Xangô, Orixá, Oxalá, etc. Muitas vezes, dão aos espíritos os nomes dos santos da Igraja Católica. A maioria usa cruzes, possui quadros de Maria, quadros de Jesus, do Padre Cícero, etc. e os tem, não como símbolos de uma realidade religiosa, mas, sim, como uma realidade de per si. O povo passa a acreditar que a cruz em si, os quadros em si, etc. possuem poder para proteger, interceder, dar sorte, etc. O próprio material utilizado para a fabricação de tais objetos é adorado e mistificado. Eles também estão escondendo "ídolos atrás das cruzes".

Apóstolo Paulo em sua carta:
"Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé. Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus. Pensem bem naquele que suportou tal oposição dos pecadores contra si mesmo...". (Hebreus 12:1-3) - NVI

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

A questão da ansiedade (Mt 6:25-34)

A ambição secular causa muita ansiedade (vs. 31,32), mas o cristão é diferente, pois seu tesouro está no céu, sua visão está no envestimento eterno. O cristão não serve a dois senhores, não é escravo do desejo de ficar rico, sua ambição é outra. Assim sendo, que tipo de ansiedade é completamente inútil:
1. Por causa do valor da vida (vs. 25,26)
"Não é a vida mais do que o alimento...". "Porventura não valeis vós muito mais que as aves?" A vida humana não depende apenas de alimento e vestes materiais, pois a vida é eterna e está acima de todas as coisas (Mt 4:4; 1 Co 15:19,32).

2. Por não promover resultados (v.27)
Por mais ansioso que alquém esteja, não poderá aumenter 45 cm à sua estatura. A ansiedade não produz resultados na vida de ninguém, pode até piorar a situação (Sl 46:10).

3. Por demontrar mundanismo (v.32)
Os gentios (pessoas que não confiam em Deus) é que vivem ansiosos, perdem o sono e o apetite, porque estão em busca de um tesouro terreno.

4. Por não resolver o mal do amanhã (V.34)
Por mais que alguém seja precavido, o amanhã trará situações a serem resolvidas e ninguém poderá resolver todas as questões no mesmo dia. É de grande sabedoria não sofrer (ficar ansioso) com supostos problemas do dia de amanhã, ainda mais quando os nossos olhos e motivações estão no reino de Deus e sua justiça.

É importante lembrar que este texto, não é contra o trabalho e esforço, portanto não estar ansioso não tem nada a ver com a preguiça e vida negligente, mas sim com uma firme dependência e confiança no Pai celeste.
(Sl 127:2).

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

A Grandeza de Cristo (Cl 1:15-29)

Paulo alista dez grandezas de Cristo (vs. 15-23):

1. A grandeza de Cristo sobre a criação

Ele é a imagem de DEUS
(v.15a) - Como o Ser que Lhe serve de molde, isto é, o Pai.

Ele é o primogênito
(v.15b) - Sua posição e Seus direitos O diferenciam dos demais.

Criador (v.16; Jo 1:3).
- Modelo da criação: "Pois nEle foram criadas todas as coisas", ou seja, a partir dEle.
- Agente da criação: "Tudo foi criado por meio dele".
- Alvo da criação: "E para ele".

Primeiro quanto ao tempo e importância
(v.17a) - "Antes que houvesse mundo" (Ef 1:4)

Sustentador de tudo
(v.17b) - Declarando e mantendo a Sua Palavra (Hb 1:3).

2. A grandeza de Cristo sobre a igreja

O Cabeça da Igreja
(v.18a) - Ele é o Senhor da Igreja (Mt 16:18) "...a munha igreja";

O princípio
(v.18b) - Ele foi quem começou a boa obra (Fp 1:6);

Primogênito dentre os mortos
(v.18c) - O Único que ressuscitou e vive.

Em quem habita a plenitude de Deus
(v.19; 2:9) - Ele é a essência de Deus (poderes e atributos).

Reconciliador dos homens e dos anjos
(v.20)- O misticismo de Colossos afirmava que Cristo era apenas um anjo como os demais. Este verso rebate a afirmação dizendo que os anjos estão sujeitos a Ele.

"...e a imcoparável grandeza do seu poder para conosco, os que cremos, conforme a atuação da sua poderosa força. Esse poder ele exerceu em Cristo, ressuscitando-o dos mortos e fazendo-o assentar-se à sua direita, nas regiões celestiais, muito acima de todo governo e autoridade, poder e domínio, e de todo nome que se possa mencionar, não apenas nesta era, mas também na que há de vir. Deus colocou todas as coisas debaixo de seus pés e o designou cabeça de todas as coisas para a igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que enche todas as coisas, em toda e qualquer circunstância." ( Ef 1:19-23) - NVI

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

A Grandeza do Cristianismo (Cl 2:1-23)

O cristianismo é o mistério de Deus para este mundo. Mistério para aqueles que não vivem em Cristo, pois para nós já nos é revelado (Ef 3:3-6).

O cristianismo é exaltado acima da filosofia (v.8)
Especialmente da filosofia colossense, pervertida e mal alicerçada. O cristianismo não é alicerçado sobre especulação, sutileza, raciocínios errados, conforme os rudimentos deste mundo, mas segundo a Cristo (Gl 1:11-12; Ts 1:5). A filosofia é um meio dos homens buscarem o conhecimento. O cristianismo é poder de Deus. Não se pode igualar um ao outro.

O cristianismo é exaltado acima do legalismo (v.16)
Paulo nos vs. 14 e 15, mostra que a lei foi abolida e os dogmas (exigências) não mais tem poder sobre os cristões. Rm 14:17 diz que o Reino de Deus não consiste em comida e bebida. Para o cristianismo essas questões são indiferentes. Para Paulo isso era "sombra" (v.17) que, além de ser passageira, ainda obscurecia o verdadeiro sentido da realidade espiritual.

O cristianismo é exaltado acima do misticismo (v.18)
há uma forma condenada de misticismo, aquela que Cristo não é o centro, Sua pessoa é diminuída; o que leva os homens a ignorar o Seu senhorio, e a dividir a Sua glória com outros. Este misticismo é severamente repreendido aqui, pois na verdade é humano é carnal.

O cristianismo é exaltado acima do ascetismo (vs. 21-23)
O cristianismo trabalha em cima de padrão mais elevado e maduro de comportamento que nos concede liberdade consciente para lidar com estas questões (1 Co 6:12). Cristo nos liberta dos tabus do ascetismo, que podem dar apenas uma fachada de sabedoria, promever uma relegião autofabricada e castigar severamente o corpo. O ascetismo sempre foi e sempre será incapaz de combater eficazmente os desejos da carne.

A vida cristã é um universo de novas descobertas. Este mundo não nos pode mais encantar com suas vaidades. E sabemos o que conhecemos, o que vivemos e o que vimos ainda não é nada. Amém

Colossences 2:8 "Tenham cuidado para para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo." Tradução NVI

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A Palavra fora do lugar

A literatura poética é rica em comentários sobre inverdades e infidelidades maliciosas e prejudiciais contra o próximo. Asafe caracteriza o mentiroso como um indivíduo que solta a língua para o mal, trama enganos, senta-se para falar contra seu irmão e difamá-lo (Sl 50:19-20). No Salmo 52:4, o rei Davi diz que o ímpio ama as palavras devoradoras. O Salmo 101, que apresenta o modelo de um bom rei, mostra que Davi não desejava proteger o mentiroso. No Salmo 109, Davi vai mais longe e pede em nome da santidade e da justiça de DEUS contra os inimigos que usaram lábios maldosos e fraudulentos e palavras odiosas contra o rei ungido.
Salomão adverte que "a falsa testemunha não fica impune, e o que profere mentiras não escapa" (Pv 19:5). Ele descreve o mentiroso como uma pessoa que difama (Pv 10:18). Outra consequência trágica é que o mentiroso destrói o próximo (Pv 11:9).
É literalmente possível arruinar o próximo e sua boa reputação com inverdades e palavras maliciosas. Jesus diz que o insulto ao irmão é igual ao assassinato (Mt 5:21-22). O resultado é que "as más conversações corrompem os bons costumes" (1 Co 15:33).
Embora a verdade esteja entre os valores humanos mais elevados, nem sempre se faz opção por ela. Alguns chegam até mesmo afirmar que para se conseguir determinadas coisas é "necessário" mentir, ou então, "não posso falar toda a verdade". Mas a triste história de Ananias e Safira (At 5:1-11) mostra quanto DEUS leva a sério a questão da mentira na dispensação da igreja. As inverdades proferidas por eles eram falsidades contra o Senhor e Seu Santo Espírito (At 5:3,9).
O apóstolo Paulo vê a mentira como traço autêntico do velho homem. O novo homem não deve mentir, uma vez que se despiu para sempre do velho homem (Ef 4:25; Cl 3:9). João vai ainda mais longe, e afirma que todo aquele que disser: "amo a DEUS, e odiar a seu irmão, é mentiroso" (1 Jo 4:20).
É difícil saber o que é mais abominável: falar mal dos outros ou dizer dos outros o que eles de fato não fizeram ou não disseram. Ficamos de fato impressionados com a facilidade que as pessoas têm de passar adiante o que elas não têm com certeza. Eis aí uma coisa que deveria nos deixar sempre indignados. Tiago nos deixa muito claros os males que uma língua indomada pode causar (Tg 3:1-18).
A conhecida regra continua valendo hoje: Antes de falar qualquer coisa sobre uma pessoa, devemos levantar três perguntas básicas: (1) É verdade? (2) É necessário? (3) É edificante?

Precisamos cantar para nós mesmos o cântico das crianças:
"Cuidado boquinha com o que fala, o salvador do céu está olhando pra voçê..."

"Tudo o que se diz deve ser verdade, mas nem tudo o que é verdade deve ser dito".

"O bom de quem fala a verdade é que não precisa falar duas vezes".

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

José: benévolo, quando exaltado (Gn 41:37-46)

A beleza do sucesso de José está no fato dele beneficiar outras pessoas com o seu sucesso:

I - Benefício geral (Gn 41:14-57)

II - Beneficiando os irmãos (42:1 - 45:28)

III - Beneficiando novamente a Faraó (Gn 47:27 - 50:26)

"Podemos não ser responsáveis por todas as coisas que ocorrem conosco, mas somos responsáveis pela maneira como nos comportamos quando elas acontecem".
A vida e o sucesso de José tem muito a ver com esta frase. Ao ser vendido pelos irmãos, injustiçado pela mulher de Potifar e esquecido pelo copeiro-chefe, tinha tudo para ser um homem revoltado, amargurado e ressentido, mas não permitiu que nada dessas coisas negativas e destrutivas pudessem afetá-lo. Não que ele fosse insensível ou "de ferro", mas sabia, como homem que andava com DEUS, que homens benélovos não permitem que ações dos outros determinem as suas.
Glória a DEUS!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

As Esperiências da Fé (Gn 15:1-21; 17:1-27; 18:33).

Abraão teve experiências miraculosas com DEUS por causa de sua fé. Estas experiências foram marcadas pelas visitas que DEUS fez ao Seu servo:

Visita de compromisso (15:1-21)
Abraão parecia estar temeroso (v.1), apreensivo a respeito do rumo que tomara na sua vida; DEUS então faz uma visita onde reafirma Sua presença, Suas promessas e Sua fidelidade.
Visita de confirmação (17:1-27)
DEUS não brinca em Seus propósitos. Para levá-los com firmeza em Abraão como pai de descendência numerosa, DEUS confirma Sua aliança com dois sinais:
- A mudança de seu nome de Abrão ("pai enaltecido" para Abraão ("pai de uma multidão") (17:5).
- A circuncisão, uma marca na carne, que representava purificação e renovação do coração (Dt 10:16; 30:6; Jr 4:4; Rm2:29). A circuncisão prefigurava o batismo como sinal externo do novo pacto.
Esta visita ocorreu quando Abraão estava já achando remotas a possibilidade de um filho por meio de Sara (17:17-18). DEUS Se revelou a Abraão como El Shaddai, o DEUS Todo-Poderoso
(17:1).
Visita de Juízo (18:17-33)
DEUS afirma Sua amizade e confiança em Abraão, quando revela a ele Seus propósitos quanto ao pecado de Sodoma e Gomorra.
Abraão precisava compreender o juízo de DEUS para poder demonstrar em seus descendentes o temor de DEUS (Gn 18:19; Jo 15:15; Sl 25:14).
A fé de Abraão e a amizade de DEUS para com ele garantiram-lhe uma intercessão proveitosa em favor dos justos da cidade condenada (18:23-33).
Desde que DEUS chamou Abraão, ficou evidenciado nele o alto propósito divino: fazer do patriarca uma grande nação, um grande povo. Abraão foi chamado para uma vocação sem precedentes. Esse alto propósito de DEUS precisava de preparo, e foi isso que o Senhor fez com Abraão.
"Ele creu no Senhor, e isso lhe foi creditado como justiça" - Gn 15:6

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Pagando o mal com o bem (Rm 12:17,21)

O apóstolo Paulo está em perfeita sintonia com o Espirito de Cristo quando orienta aos Romanos que devem reagir positivamente diante do mal. Pois Jesus, contrariando a lei dos anciãos, ordenou que os inimigos devem ser amados e receber a nossa oração (Mt 5:43,44). O amor cristão deve suplantar o mal e vencê-lo com o bem (v. 21). Jesus nos deu o exemplo de como cumprir esta ordem tão difícil. Na cruz, Ele orou apaixonadamente pelos que O matavam (Lc 23:33-34). Estêvão teve uma atitude parecida quando morria apedrejado (At 7:60) e isto impressionou o apóstolo Paulo quando este ainda era perseguidor da igreja (At 8:1; 22:20). Era como "brasas vivas" incomodando a sua consciência (v. 20). De fato, o amor não ressente do mal (1 Co 13:5).
As pessoas podem nos prejudicar, no entanto devemos suportar tudo pacientemente. Assim, o Senhor Jesus, o Cabeça da igreja, terá toda a liberdade de juntar-se aos Seus servos nos momentos de sofrimento (At 9:5).
O apóstolo nos orienta que dar pão e água ao inimigo é um testemunho contundente que provoca o seu espanto e o sensibiliza profundamente (v. 20). Sua consciência é tocada, vem-lhe um entristecimento e ele fica inclinado à mudança de atitude e ao arrependimento. "O bem é um fogo mais quente que o mal".
Que as nossas atitudes sejam como um reflexo do caráter de Cristo em nós que nos garante vitórias diárias sobre o mal.

"Não torneis a ninguem mal por mal; esforçai-vos por fazer o bem perante todos os homens" - Rm 12:17.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O estado da humanidade (Gn 6:1-12).

Para um mundo jovem, o pecado atingira proporções imensuráveis. Os homens e as mulheres daqueles dias encontravam-se num estado de desintegração moral e espiritual, separados da comunhão com DEUS e entregues às próprias paixões e cobiças (vs. 1-4). Que resultara em a carnalidade latente (v.3), as maldades humanas em crescimento vertiginoso (v.5a) e a persistência maldosa dos desígnios do coração humano (v.5b).
Hoje, à semelhança dos dias diluvianos, a humanidade está despercebida; e voltada para os grandes projetos pessoais neste novo milênio. Jesus alertou-nos quanto a isto (Lc 17:26).
Grande parte das pessoas não querem um Evangelho de renúncias - uma arca e uma porta. Querem a arca, mas querem-na com várias portas. Querem uma arca não fechada pela mão de DEUS (Gn 7:16b), mas fechada pelas suas próprias mãos e sentimentos jactanciosos.
A palavra de DEUS, nos ensina que os humanos daquela época estavam tão "entregues a si mesmos", aos cuidados do mundo (Mt 24:38-39), que não se aperceberam da sentença mortal que pairavam sobre eles. Não ouviram as palavras exortativas do "pregoeiro da justiça" (2Pe 2:5). Porque não queriam submeter-se à transformação, às renúncias, ao "tornar-se diferente" tão necessário aqueles que DEUS tenha prazer em abençoar. Pois Seu desejo é que todas as almas se salvem.
Nos dias atuais, tão corrompidos de injustiça, como estamos precisando de homens e mulheres que transformados em "Noés" exerçam a verdadeira justiça proveniente da fé!

"As montanhas podem desaparecer, os montes podem se desfazer, mas o meu amor por voçê não acabará nunca, e a minha "aliança" de paz com voçê nunca será quebrada. É isso o que diz o SENHOR, que tem amor por nós. (Is 54:10) NTLh

domingo, 3 de maio de 2009

Passado, Presente e Futuro!

"Olhe para os avisos do passado"..."acerte sua vida com DEUS no presente"..."prepare-se para o encontro com Ele no futuro".
DEUS é eterno. Nada mais consolador do que lembrarmos de que nosso DEUS está acima de todos os problemas. Ele é antes de tudo e reina na eternidade. Pois Ele é o "Senhor da história" e nada foge do Seu controle. Ele dirige o desenrolar dos acontecimentos como um instrumento a serviço de Seus eternos propósitos. E o único lugar de perfeita segurança é estar no centro da sua vontade. Ele tem um plano para tudo, saibamos entender isso e cumpramos os seus mandamentos.

"Pois tudo que foi escrito no passado, foi escrito para nos ensinar, de forma que, por meio da perseverança e do bom ânimo procedentes da Escrituras, mantenhamos a nossa esperança". (Rm 15.4)

quinta-feira, 9 de abril de 2009

O Criador!

Ninguem, a não ser um ateu, procuraria um argumento para provar a existência de um ser que, pela palavra de Sua boca, chamou o mundo a existência. E revelou-Se a Si mesmo como DEUS Todo-Poderoso e eterno. Quem, se não DEUS, poderia criar alguma coisa? Diz o profeta:"Ergam os olhos e olhem para as alturas. Quem criou tudo isso? Aquele que põe em marcha cada estrela do seu exército celestial, e a todas chama pelo nome. Tão grande é o seu poder e tão imensa a sua força, que nenhuma delas deixa de comparecer" (Is 40.26). "...os deuses das nações são ídolos; porém o Senhor fez os céus" (1Cr 16.26)

quarta-feira, 4 de março de 2009

"Soberania de DEUS."

A aceitação da soberania de DEUS é o ponto básico para os momentos difíceis pelos quais passamos ou vemos outros passarem. Temos de cuidar para que não se tornem em motivo para pensarmos que o Senhor perdeu o controle da situação, ou que Ele não se importa. Êx 3:7 lembra que o Senhor vê a aflição do seu povo. A Bíblia diz que Ele cuida do órfão e da viúva, e que o juiz de toda terra fará justiça.
Glórias ao nome do Senhor para Sempre!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

A Bíblia não omite historias de seus personagens.

2 Sm 13.11-14.
Filho do rei Davi, Ammom usando de sua força deita-se com a própria irmã Tamar.

2 Sm 13.26-32.
Outro filho de Davi, Absalão manda matar o seu próprio irmão Ammom, por ter forçado a Tamar, sua irmã.

2 Sm 13.37.
Rei Davi pranteava a seu filho Ammom todos os dias.

2 Sm 18.14,15.
Absalão mandante da morte do proprio irmão, se revolta, arma um exército querendo ocupar o trono de seu próprio pai o rei Davi, e é morto por Joabe e por mais dez jovens.

2 Sm 18.33 e 19.1-4.
Lamento de Davi, pela morte de Abslão.

1 Rs 2.3.
As instruções de Davi a Salomão
Quando se aproximava o dia de sua morte, Davi deu intruções ao seu filho Salomão:
"Estou para seguir o caminho de toda terra. Por isso, seja forte e seja homem. Obedeça ao que o Senhor, o seu DEUS, exige: ande nos seus caminhos e obedeça aos seus decretos, aos seus mandamentos, às suas ordenanças e aos seus testemunhos, conforme se acham escritos na lei de Moisés; assim voçê prosperará em tudo o que fizer e por onde quer que for..."

Umas das historias do rei Davi, homem segundo o coração de DEUS como diz em Atos 13.22.23
"Encontrei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração; ele fará tudo o que for da minha vontade. Da descendência desse homem DEUS trouxe a Israel o Salvador Jesus, como prometera."

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Fortalecer!



"...Fortaleçam as mãos enfraquecidas e os joelhos vacilantes. Façam caminhos retos para os seus pés, para que o manco não se desvie, antes, seja curado. Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguém verá o Senhor. Cuidem que ninguém se exclua da graça de DEUS; que nenhuma raiz de amargura brote e cause pertubação, contaminando muitos..." Hebreus 12:12-15