Mostrando postagens com marcador Orações. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Orações. Mostrar todas as postagens

sábado, 16 de janeiro de 2010

Um convite à oração (Mt 7:7-12; Lc 18:7,8)

Este é definitivamente um assunto apaixonante: a possibilidade de parar o sol, acalmar a tempestade, ressuscitar mortos, levar pecadores ao Senhor, reconciliar irmãos, fertilizar estéreis pelo exercício da fé. A oração é um mistério ainda a ser revelado integralmente ao povo de Deus. Há tantas perguntas, tantas dúvidas! Porem, aqui, Jesus nos convida à oração. Isto é, com certeza, Seu grande propósito nesta palavra.
Vemos situações em em que basta pedir (caso da cura da sogra de Pedro - Lc 4:38,39); outras há em que é necessário buscar com insistente humildade (caso do paralítico que desceu pelo telhado - Lc 5:17-26); e ainda outras em que a oposição é grande. Neste caso é preciso bater até quebrar certos protocolos para ver a porta do céu ser aberta (caso de Zaqueu - subir numa árvore, não dar importância à torcida contra, abrir mão de todo estilo de vida, abrir mão do dinheiro amado, por ter a certeza de que a resposta está logo ali "atrás da porta" - Lc 19:1-10).
Em Mt 6 Jesus incentiva a oração secreta do Pai e em 18:19 fala da oração com o irmão. Da mesma forma os Salmos 122 e 133. Na oração modelo (Mt 6:9-15) fala do perdão mútuo vinculado ao perdão divino. A lição da oração é para ser aprendida pela família de Deus.
Pois quando o cristão ora, abandona os códigos deste mundo e passa a trabalhar com outras leis: as do Reino de Deus.


Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração (Rm 12:12) - NVI

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Apóstolo Paulo

As orações de Paulo são o ponto culminante de suas epístolas. A carta aos Efésios tem a descrição de uma delas: uma oração breve mais profunda, riquíssima em conteúdo e teologia. Paulo está escrevendo uma carta e se detém para orar. O que o teria motivado? Seria a alegria de saber que em Cristo todas as bençãos espirituais são nossas: "Bendito seja o DEUS e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bençãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo" (Ef 1:3)? Ou porque após ouvir que a fé em Cristo e o amor aos irmãos estão sendo praticados: "...a fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que antemão esperamos em Cristo" (Ef 1:12) se sentiu impelido a orar para que os efésios conheçam ainda mais a plenitude do que DEUS nos deu em Cristo? Seja qual tiver sido sua motivação, o que resultou foi uma oração que nos motiva fazer o mesmo. Petição, ações de graça e súplicas:

"...não deixo de dar graças por voçês, mencionando-os em minhas orações. Peço que o DEUS de nosso Senhor Jesus Cristo, o glorioso Pai, lhes dê espirito de sabedoria e de revelação, no pleno conhecimento dele. Oro também para que os olhos do coração de voçês sejam iluminados, a fim de que voçês conheçam a esperança para a qual ele os chamou, as riquezas da gloriosa herança dele nos santos e a incomparável grandeza do seu poder para conosco, os que cremos..." (Ef 1: 16-19a). NVI

domingo, 26 de julho de 2009

Oração.










"Pai nosso que estás nos céus" (Mt 6:9a)
É incrivél como apenas uma frase inicial de oração pode conter tanta luz para a vida do cristão!
Comunhão com o Pai celestial...
Adão, mesmo antes do pecado, com toda sua intimidade, não ousou chamar a DEUS de Pai. Tão pouco Noé, com sua fé secular, homem que andou com o Senhor, um monumento de graça e luz no meio de uma geração pervertida e corrupta. O velho pai de fé, Abraão, amigo de DEUS, jamais ousou apresentar-se diante do Altíssimo com toda esta intimidade. Mesmo Davi, o "rei" da comunhão, do louvor e da adoração, se referia ao Senhor como Rocha, Altíssimo, Fortaleza, Socorro, Guarda de Israel, Rei... e muito intimamente chegou ao expediente poético de Pastor. Porém é em Jesus que o relacionamento pai/filho entre o Criador Santo e Suas criaturas pecadoras é celebrado de modo incrivelmente elevado e próximo: "Pai Celestial".
Tratar a DEUS como Pai reflete nossa consciência acerca de um DEUS pessoal, amoroso e poderoso.
Não é "meu Pai", e sim "Pai nosso". E é tão belo o final desta oração modelo, especialmente porque Jesus retoma o sentido mais valioso da nossa vida: glorificar a DEUS - "pois Teu é o reino, o poder e a glória para sempre". Que assim seja.